domingo, 19 de abril de 2009

QUANDO EU IA PARA A FIGUEIRA DA FOZ (EM PORTUGAL)

RUMO A FIGUEIRA
Para o Titá, Cinen, Amaral e Temi

Ao canto esbarro em flor
ao mar distante
pequena minha de amores
ao longe

Um mandarim em frios
latentes de saudades de ti

Teresina qual menina nua
nas ruas da Vermelha.

Acilino Madeira - Figueira da Foz, 05 de abril de 2009 (domingo)

1 comentário:

  1. Um mandarim no além-mar, sentindo na pele o frio da saudade de sua trupe... Diga-se lá, eu que provei desse amargo fel.Valeu pela lembrança e o belo poema.

    Cinen de Sousa

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