domingo, 19 de abril de 2009

NA LEMBRANÇA PURA DO POETA DO MAR DA PARAIBA E DE ALÉM LUGARES

MAR DE LÚCIO LINS
Para Xisto Medeiros e Hildeberto Barbosa

O mar de Lúcio Lins
transpõe o tempo dos perdões

O mar de Lúcio Lins
é vadio como quê
solta as ondas
com o seu vento

e levanta a saia das donzelas
e das carrancudas velhas
mediterrâneas
polinésias
marroquinas
nordestinas
também de Luanda

o mar de Lúcio Lins
não é lúcido
mas é lúdico.

Acilino Madeira (Coimbra-Portugal, 05 de abril de 2009)

3 comentários:

  1. Muito legal essa iniciativa sua, de tornar público o seu trabalho.. Desejo longa vida ao blog e que o senhor produza bastante nessas terras lusitanas tão cheias de sei lá o q... :)

    Bjos,
    Camila (sua filha)

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  2. o mar de lúcio é o recipiente de sua alma, é seu elemento primordial o que contém o sim e o não e nele lúcio boia não afunda, nunca afundará estará sempre à vista, sempre. vocÊ sabe, mano, você enxerga.
    amaral, hiponave@yahoo.com.br

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